Deparei-me com a reflexão que se fez em mim naquele pouco instante.
E deitei hoje, uma lágrima. Só uma lágrima de reflexo de vida. Uma lágrima de esperança. Uma lágrima que me diz que esta minha vida, que vejo agora poder voltar à estrada. Ao ver que tenho um tanto, que é tudo, sendo para o meu todo vivente.
A dor, o aperto, é tudo a parte de uma sinópse que nem a meio da descrição vai. Nem a meio, referente da nossa vida. Que apesar de tudo, sobrevive, e quer sobreviver.
Não vale nem sequer querer ou deitar-me para não conseguir moderar o ósculo desfocado. A próxima onda vem quando essa passar. Sempre em corrente.
O corpo que vive é desta cidade que só diz para pular. Para viver e correr. E massagar a zona dorida. Que diz querer uma história e não o desabafo.
O vais e vens sauda a história. Rotina o desabafo que é meu que ofusca. Só quero ser feliz. A felicidade é realmente o objectivo da vida do ser eterno. Farejar o nosso corpo docemente.
A consequência de todos os gestos é meramente, o deparo do nosso abraço. O encontro do pensamento, e do corpo, que felicita a vida.
Pois só quero correr para a margem. Correr o risco. Fazer a vida tão feliz, sorrindo alegremente com a minha mão na tua. Com o culto da invasão de todos que me são tempo. Com quem redige, maioritariamente, a minha vida.
<3
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