quarta-feira, 13 de abril de 2011

Mais.

Perdi toda a minha consciência, alegrei toda a minha massa, construi forças para viver, e vivi. E novos modelos encaixaram nos vazios que me percorriam na alma, na parede que ainda tinha espaço onde se pintar. E encaixei. E pintei. E vivi mais um dia novo, ponderando as fronteiras, pintando um pouco mais nessa tela. Não concluí, mas o acrílico que percorre durante as breves ausências da mente, que agarra o artefacto, é rico demais e fomenta tudo aquilo que preciso para hoje me sentir inspirado o suficiente, para caracterizar uma mancha que voará.


domingo, 10 de abril de 2011

Sobe.

A noite cai e o deslumbrar do dia tornou-se arreliado, e vazio de matéria. Assim tudo aquilo que se propõe ao meu caminho, será tomado sem vontade. Esperei um olhar e tencionei livrar-me das debilidades, e no entanto caí noutro sono habitual. Tornou-se agradável a concessão de explodir no sonho com a mesma essência referida anteriormente, como quão verde é o jardim.
Não que se nade em águas sujas, mas porque não haverão elas de brilhar à reflexão da luz enorme que propaga das virtudes de quem as tem?