Há o caminho em que poderia deixar-te para sempre. E um dia terá de ser o escolhido. Mas só no dia, em que ambos morrermos de mão dada. Embarcar e deixar-me encalhar na tua janela, sem mais medo da razão, que te tira da janela, e te deite no meu peito, no brilho do luar sobre nós, onde havemos de dormir bem essa noite.
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