quinta-feira, 17 de março de 2011

Perdi-me.

Que explica tudo isso? Em torno do mundo. Em torno de todo o espaço categórico que decide ser imenso. Na verdade, sendo inteiro. Um olhar acanhado? Um olhar denotativo? Em torno de um mundo que é desconhecido? É misterioso, consistente. Robusto. Inexplicável?
E no entanto o mundo seguiu. É desconhecido qualquer pequeno ponto mais nesse espaço. Nesse espaço. E o espaço é enorme.
É inexplicável sem dúvida. Tanto que o é, não deixa de o ser. E não me permite mais dizê-lo. Está inteiro.
É um ponto tão cheio de essência, tão cheio de beleza na verdade! Mas tão desconhecido na realidade. É um ponto que avança em torno deste mundo comum. Neste espaço em que vivemos. Que se partilha inexplicavelmente. Porque apesar de se viver longe, vive-se perto. Sempre. É tudo realmente intrincado. E no entanto, é bonito, mas muito! Imensamente profundo. Profundo de maneira jamais existente. E digno de menção. E aquele olhar acanhado? O olhar esfíngico que pôs em perigo etapas. Que comprimiu passos. Que cingiu uma ligação indiscreta. O olhar de uma pérola brilhante. A preciosidade do anonimato é tal, que o espaço em que tudo se desenrola, se intimida ainda mais. Continuará? É a vida? É algo que desconheço completamente. Mas é bonito.
Reforço:
Algo tão distintivo, tão poderoso que nenhum caractere mencionado tem de perto a beleza que entrelaça toda a verdade do momento.
Muito, muito melodiosa na vida, esta música..

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