quarta-feira, 13 de abril de 2011

Mais.

Perdi toda a minha consciência, alegrei toda a minha massa, construi forças para viver, e vivi. E novos modelos encaixaram nos vazios que me percorriam na alma, na parede que ainda tinha espaço onde se pintar. E encaixei. E pintei. E vivi mais um dia novo, ponderando as fronteiras, pintando um pouco mais nessa tela. Não concluí, mas o acrílico que percorre durante as breves ausências da mente, que agarra o artefacto, é rico demais e fomenta tudo aquilo que preciso para hoje me sentir inspirado o suficiente, para caracterizar uma mancha que voará.


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