Coração, que sempre és quente, nem que de pouco sangue sejas, e nem de que pouco vivas, tens-te sempre em ti, coração presente. Nem de todo o tédio que te faças sentir, ou de toda a dor que te faças apertar, nem uma lágrima vale o choro que fazes chorar. Nem de um inimigo vale viver, vives só, para quem te faz merecer.
e o que te fez voltar a escrever? :) gosto muito, andré
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