Não fora nada mais nada menos que o olhar de uma criança sobre o grandioso mar e terra de mundo, a que essa flor fazia pertencer, àquele jardim radiante. Uma simples volantim que dançara sobre um piso lavorado de pétalas, já beijadas e guardadas. Uma simples ternura que acabou com a indigência. Um simples momento que prezou o beijo no corpo (onde quer que seja, ou fosse) de um jeito maravilhoso.
Quando, com todo o prazer, um coração agradeçeu por ter deixado viver um pouco de um momento que olhava no paraíso, que ardeu numa labareda vinda de um homem azafamado. Vindo esse de uma mulher, que adoçava o olhar dos dois, em cada palavra que ditava.
Com o seu jeito, com toda a sua habilidade, com toda a pertinência e beldade, que a mulher linda, tem para beijar o coração, com apenas a sua imagem.
Com o perfume único, que ela o faz a ele, cheirar de desejo,
em prazer de loucura..
E é tão bom viver assim, admirando essas coisas boas que AFINAL a vida ainda tem para nos oferecer :) É um final feliz para ti, André. Um viveram felizes para sempre. E sabes que mais? Muito merecido!
ResponderEliminarBeijo,
Francisca