O sonho voou sobre todos os mares e terrenos, de bolsos vazios, desfocou a realidade, bateu com a cabeça, e tornou-se na maior vontade que o coração impelia de recordar tudo aquilo que havia vivido em si de forma inconsciente. Assim decorreu, decorado do mais belo exclamar físico de um momento que, embora recordado e já vivido de forma muito intensa e bonita, se pronunciou extraordinariamente belo novamente, e tão intensamente, que o fim do enredo a que se submeteu o finito do sonho, se tornou mesmo muito triste ao prenunciador, ao sentido ser, ser que nunca quis tanto nunca ser consciente da precisão a que o mundo vive. Embora consciente do irrealizável cruzar dos ramos que se encontram cada um no oposto dessa árvore da vida, o autor tornou-se daí em diante, um culpado rude do futuro não ser amarelo dado o passado inconsciente em que viveu, causador de todos os rasgos que lamenta ainda de vez em quando..
Guardou o sonho.
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