É verdadeiramente necessário realçar o contínuo riscar que gradualmente se tornava cheio de vida, sorriso jubiloso olhar, essência que ondula ainda em cabelos nunca sentidos, censurando o desinteresse dos campos de visão da gente do outro lado do mundo da mente dona do próprio pensamento. Isto, porque o currículo do pensamento é vigorosamente extenso, as palavras saltam as folhas, juntas no receptáculo dos olhos da mente, quer do próprio pensador, quer dos que o lêm..Impressionante é notar, como o autor consegue saudar, e sobre este, inspirar-se no optimismo de crer que os passos que tremeram, os nervos que se salientaram, o calor que ardia no corpo, a bravura do olhar quando se cruzavam 'sopros do vento', com tanto tempo já passado, ainda se sentem provenientes do gesto físico que nunca se deu.
O toque, podia estar tão esclarecido e no mesmo instante ainda tão misterioso. Ou poderá, dado o pensamento do autor ser de tal confiante, que se perde na consciência do absurdo da insconsciência da sua memória.
O desenrolar do conto não sentirá um fim..nem sequer o ínicio é certo do que foi capaz de vir viver, por isso, impossível de avistar um fim. É só certo, que, quando se abre o cofre, e se olha o brilhar incessante que dura desde o ínicio, o mundo do dependente, que é escritor, ainda vibra como vibra o mar, e a terra, e o vento, quando o mundo se exalta...
Olhar II
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