terça-feira, 22 de junho de 2010

Lado despido.

Desmontar a casa e o amor. Despregar os sentimentos das paredes e lençóis. Recolher as cortinas após a tempestade das conversas. O amor não resistiu às balas, pragas, flores e corpos de intermeio. Empilhar livros, quadros, discos e remorsos. Esperar o infernal juízo final do desamor? Vizinhos se assustam de manhã ante os destroços junto à porta:
-pareciam se amar tanto! E na verdade era Amor.
O amor aglutinava festas e jantares.
Amou-se um certo modo de despir-se de pentear-se.
Amou-se um sorriso e um certo modo de botar a mesa.
Amou-se um certo modo de amar.
No entanto, o amor bate em retirada com suas roupas amassadas, tropas de insultos malas desesperadas, soluços embargados. Faltou amor no amor? Gastou-se o amor no amor? Fartou-se o amor?
Bonecos e brinquedos pendem numa colagem de afetos natimortos.
O amor ruiu e tem pressa de ir embora envergonhado. Erguerá de novo essa casa, o amor? Escolherá objetos, morará na praia? Viajará na neve e na neblina? Tonto, perplexo, sem rumo um corpo sai porta fora com pedaços de passado na cabeça e um impreciso futuro. Um futuro sem sentido sem rumo. Sem razão. No peito, o coração pesa mais que uma mala de chumbo. Terá mesmo de ser assim?
Haverá o sentido? Digno de Homem, afirmo com o afecto existente na presença comum um do outro. Mas esse amor que não é correspondido na distância. Terá de quê? Buscá-la? Ou esperar a sua vinda? Isso já não resulta. É uma vontade dos dois reconstruir. Ou tem de ser.
Saiu porta fora e via-a ficar. O seu olhar estremecia mas não mostrava necessidade pura. Caminhou pela calçada com lágrimas no rosto. Há quem diga que nesse amor, não há vinda. Que se viesse, iria fartar rapidamente. Mas não seria assim. Ainda não lutavam num vazio inteiro. Um manto quente de um coração dorido. E ainda pensavam no último beijo realmente sentido.
Mas o mundo termina. E volta se quiser que volte. Volta quando a presença viver. Volta quando brilhar o cais, e vier o silêncio do luar.
Apesar de tudo, sempre foi dito, que aquele era um outro Amor.
O verdadeiro amor. E não importa o que aconteçer. A!, serão sempre.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

À volta de uma luz sedutora.

Encontrei naqueles momentos muitas melodias sedutoras do coração que não me lembrava de há bastantes passagens de relógio. Encontrei a paz do toque de uma menina que encacha no meu coração.
Que eu deixo ficar por saber que ela faz bem.
Que me conforma o peito.
Que encosta tão bem ao meu corpo.
De uma maneira calma e no entanto especial. De um gesto e disposição agradável de sentir. E se mais uma vez te encharco de palavras monótonas VaiseVens, desculpa, mas foi o meu sentido que as mandou escrever. Foi o meu coração que as fez mecher. Foi a paz do seu olhar que me apurou. Poder sentir aquele corpo perfeito e poder ficar, não há nada que me fassa mais vivente. Não tenho palavras para tanto, que apesar de tudo são para mim. Sou tudo para mim. Mas essa menina também. Eternamente como eu olhei nela e soube logo, que é ela o céu. Um céu que todos querem, mas que só eu deixo, ser para mim. Que nem esse direito tenho de ordenar. Mas se me for por ela perguntado, aceito sem um único nó.
Um dia adormeço na sua veste nua de medo, na respiração que a sustêm, encostada no meu peito. Debaixo de um manto. Porque a saudade chama-me. Chama-me para levar o que ainda não foi dado.
Chama-me para iluminar com o coração o caminho.

sábado, 19 de junho de 2010

Go.

Segui por traços normais comuns a mim mesmo, quando me confrontei com um amigo questionador. E de consequência pus de novo pouco rumo neste caminho de saudade.
Porque a vontade de tanto fazer é tanta, mas não sou capaz por falta de comparência. Por falta de apoio. E sinceramente para mim mesmo estou farto deste rumo tão habitual. Vou sair daqui e volto passado um tempo. Para ti, já tens o texto que são as únicas e pendentes palavras que te quero dar. Estão interas nessa folha.
E em dia não estarás na ideia da minha presença, e arranco o toque o teu corpo para uma descoberta. Pois talvez sinta falta de passar tempo contigo. Talvez sinta falta do teu toque.
Talvez vás comigo para sempre.

domingo, 13 de junho de 2010

A Saudade "não é estar sozinho mas sim rodeado por uma infinidade de pessoas..e sentir apenas a falta de uma".

Tenho saudades de sermos, quando eramos de mão dada e firme, os melhores amigos. Disso sim meu anjo.

domingo, 6 de junho de 2010

Seguir bem.

Deparei-me com a reflexão que se fez em mim naquele pouco instante.
E deitei hoje, uma lágrima. Só uma lágrima de reflexo de vida. Uma lágrima de esperança. Uma lágrima que me diz que esta minha vida, que vejo agora poder voltar à estrada. Ao ver que tenho um tanto, que é tudo, sendo para o meu todo vivente.
A dor, o aperto, é tudo a parte de uma sinópse que nem a meio da descrição vai. Nem a meio, referente da nossa vida. Que apesar de tudo, sobrevive, e quer sobreviver.
Não vale nem sequer querer ou deitar-me para não conseguir moderar o ósculo desfocado. A próxima onda vem quando essa passar. Sempre em corrente.
O corpo que vive é desta cidade que só diz para pular. Para viver e correr. E massagar a zona dorida. Que diz querer uma história e não o desabafo.
O vais e vens sauda a história. Rotina o desabafo que é meu que ofusca. Só quero ser feliz. A felicidade é realmente o objectivo da vida do ser eterno. Farejar o nosso corpo docemente.
A consequência de todos os gestos é meramente, o deparo do nosso abraço. O encontro do pensamento, e do corpo, que felicita a vida.
Pois só quero correr para a margem. Correr o risco. Fazer a vida tão feliz, sorrindo alegremente com a minha mão na tua. Com o culto da invasão de todos que me são tempo. Com quem redige, maioritariamente, a minha vida.
<3

sexta-feira, 4 de junho de 2010

'Sabes estes aconteçimentos só me fazem ver o quanto ainda preciso de ti' Foram as ultima palavras dela boas que ouvi de um mero sonho que passei à pouco. Mas acordei e chorei.
Um dia vou precisar tanto dela que Precisarei sempre. Também sei que me necessita.
Não quero mais nada. Ninguém. Quero a minha menina.

Paixão.

Aquele teu olhar esverdeado e tão profundo que, de tão doce e esmerante folia, se acalma no meu peito. Podes vir chorar nesse peito, longe de tudo o que é mau, que Eu vou estar sempre ao Teu lado, no meu cavalo de pau.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

O quadro negro

Quem não ficava ansioso para ser chamado, na frente da sala de aula pela professora, para escrever no quadro negro? .
Quem não gostava de brincar de escolinha e "dar aulas" com um quadro negro?
Não era um sonho ganhar um quadro negro e montes de giz colorido quando criança?
É também chamado de lousa, porque antigamente o quadro negro era feito com pedra (ardósia = lousa).
Bem, talvez as gerações mais novas não experimentaram isso, as escolas mudaram, agora existe até lousa digital. Mesmo assim, o quadro negro ainda é usado, não apenas para ensinar, mas para informar, para brincar, para dar charme na decoração.
Faz tempo que quero colocar um no meu quarto, qualquer hora vou fazer um do jeito que imagino, com uma moldura bem bacana. Aí vão inspirações. Já pensou em ter um quadro negro em casa?











Quiçá um dia não agarro eu, um destes grandes, para a minha parede. Para a minha Arte.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Somos Teu.

Há o caminho em que poderia deixar-te para sempre. E um dia terá de ser o escolhido. Mas só no dia, em que ambos morrermos de mão dada. Embarcar e deixar-me encalhar na tua janela, sem mais medo da razão, que te tira da janela, e te deite no meu peito, no brilho do luar sobre nós, onde havemos de dormir bem essa noite.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O Menino Dos Pés Frios.

Era uma vez uma casa. Muito grande. Com um tecto altíssimo, nem sempre azul. Uma casa enorme, onde habitava uma grande família: uma família tão grande que, por vezes, não julgavam os seus membros que se conheçiam. E se deviam amar.
Houve um menino que entrou nesta casa estava ela toda branca. No chão tapetes de neve, cristais de água de uma brancura que estremecia. E as próprias árvores escorriam essa brancura. E o frio. Iluminava-a uma estrela tão brilhante que, sobre o tecto, parecia que poisava sobre as nossas mãos.
Ora, um dia, em que fazia anos em que esse menino entrara nessa casa, outro menino por ela andava com frio. Pelo chão, enregelados. Tanto frio que nem podia olhar a estrela brilhante. Nem os milhões de cristais que pisava.
Uma mulher chorava a um canto dessa casa. E era triste essa mulher. Estava triste e cansada. Na casa nem tudo era belo. Ali, estava aquele menino cheio de frio. E,como ele, tantos meninos.
E já há quase dois mil anos, um menino entrara na casa, que ficou mais clara com a luz brilhante do tecto. O menino entrou só para dizer uma palavra pequenina: AMOR.
Então essa mulher perguntou ao menino dos pés frios:
- Tu não tens a tua casa?
O menino olhou a mulher triste e ficou triste. Ambos estavam tristes. E disse quase envergonhado que não.
- Tu não tens roupa? Sapatos? Um lume? Pão?
A cabeça do menino ia abanando sempre a dizer não. A mulher triste começou a ter vergonha. Então ela consentia que na sua casa, na casa de todos, de tecto nem sempre azul, houvesse um menino sem roupa, sem lume, sem pão? Ela consentia uma coisa assim? E os outros também?
Escorregaram-lhe pela face já enrugada duas lágrimas transparentes. De água. Água como a que tombava do tecto, como a que se estende nos mares.
E perguntou mais ao menino:
- E para onde vais? Eu dou-te qualquer coisa para o caminho...
O menino olhou para ela admirado. Não lhe disse para onde ia. Observou-lhe apenas:
- Tens duas gostas de água nos teus olhos que reflectem o céu azul e a lâmpada do tecto. Não sentes?
A mulher deixou cair pelo rosto enrugado as duas lágrimas. A pele, então, ficou-lhe mais lisa. E ela tornou-se menos curva. Ergueu-se. Estendeu, sorrindo, os dois braços ao menino. E disse:
- Fica. Perdoa-me.
E o menino ficou. Nos seus braços. Encostado ao seu peito. Com os pés aquecidos sobre o campo de neve.
E a mulher entendeu que não adiantava chorar ao canto da casa. E o seu vestido era uma bandeira. E o seu coração uma flor. Com o menino a seu lado.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Dá-me

Meu mundo dá-me a paz de poder não estragar o que tenho. E recuperar o que já perdi. Quero o que já tive e quero ainda mais. Meu mundo, dá-me o teu sorriso todo dia, dá-me toda a tua vontade, dá-me a tua confiança. Dá-me tudo, só de ti.
Dá-me principalmente um gesto feliz. Dá-me um sorriso sempre para eu conseguir viver. Dá-me a tua felicidade, e eu dou-te a minha.
Dá-me o teu corpo. Eu dou-te o meu abraço.
Está bem?

terça-feira, 25 de maio de 2010

Meu maior desejo é morrer na paz do teu beijo

sábado, 22 de maio de 2010

Um dia

A Amizade é um Amor que nunca morre, com prioridade no reencontro.
Onde peço o nosso bem estar amigo.
No fear.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Nostalgia.

Não espere um sorriso para ser gentil.
Não espere ser amado para amar.
Não fassa de luto causa para reconheçer quem é Hoje importante.
Não espere mais a queda, para se lembrar do conselho.
Não espere a enfermidade, para aprender o quanto a vida é frágil.
Não espere a perfeição, daquele que te está a amar.
Não espere a mágoa, para pedir perdão.
Não espere a separação para então buscar a reconciliação.
Não espere a dor, para acreditar na felicidade.
Não espere o outro, para acreditar em si mesmo.
Não espere que seja o outro a tomar a iniciativa, se você foi culpado.
Não arrisque perder um beijo, se não tomar força dele.
Não espere a morte, para então começar a viver.
Porque nunca se dá valor aquilo que se mostra especial? Porque existe o medo de mais uma vez se arriscar? Sendo que talvez essa seja a que mais valerá a pena? Porque o receio de não se entregar, a decisão de não se declarar? Porque no amor há sempre ocasiões para nos confundirem? Porque achar que depois da dor, o melhor é a solidão, quando essa dor serviu para aprender? Porque o medo de não viver de uma vez?
Pois eu aprendi que são os pequenos gestos diários que tornam a vida espetacular. Mesmo quando a vida não está bem. Se foi preciso chegar a este ponto? Não devo esperar um gesto vindo de fora, se não tomar o primeiro. Ter problemas na vida é inevitável, mas ser derrotado é uma opção. Todo fracasso ensina ao homem algo que é preciso aprender. Aprendi como ninguém a ver o caminho da felicidade mais nítido do que havia antes visto. O coração pára-me quando vejo sem poder abraçar.
E se 'o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e sentir o olhar brilhante, de coração nervoso', há algo mágico. Se o primeiro e último pensamento do dia for essa pessoa, se é vontade chegar e ficar juntos, então agradeça, algo divino aconteçeu em si. Se um dia houver a necessidade de pedir perdão, e se no caminho receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos, e distinga-se que um gesto valeu mais que mil palavras, entregue-se: foram feitos um para o outro. Se achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelo emaranhados...se vê o seu futuro e não consegue imaginar de maneira nenhuma um futuro sem a pessoa ao seu lado...se souber que verá a pessoa envelhecendo e mesmo assim tiver a convicção que vai continuar a gostar...e custar que essa pessoa vá para sempre, é o amor que está presente na vida. N a d a, aconteçe por acaso.
Poucas pessoas sabem valorizar realmente o amor. Muitos apaixonam-se. Mas poucos sentem realmente esse sentimento. A loucura que o sentimento pode levar a tomar e a sentir.
Verdade é que fui sendo assim. Sem pouco ou mais sentir. Sem ver o lado do outro. Sem actuar, sempre esperando. E deixei vir agora o que aconteçeu. Amei já. O Amor andou forte. Mas foi-se fechando. E percebo agora esse seu lado de querer gerar novas descobertas e novas descobertas. Mas faça-o comigo. E sabe porquê?
Porque tudo está mais presente em mim. Pois deixou crescer o meu Amor. Que tanta vontade tem de fugir e correr como nunca antes. E orgulho-me. Porque no mínimo, cresci com tudo isto. Cresci e amadureci imenso. E por nunca tomar atenção aos sinais, deixei passar o amor, sem vivê-lo verdadeiramente. Foi o livre-arbítrio que andava em mim, sem tomar noção dos meus gestos.
Não há que arrepender. Talvez aprendesse um dia como seria realmente amar e amadureceria com isso. Mas seria num dia bem distante. Não havia mais necessidade ou suporte para continuar numa frustração que vivia.
Mas não há que cegar mais. A loucura tal que vive é Amor. E Nada foi por acaso. Desde o começo que brilhantou. Se conseguir ganhar de novo a confiança, se vir que tem sido difícil este tempo, se vir que sentiu falta, então não arrisque em correr na busca do abraço. Não esqueça. Não há nada mais cruel que deixar fugir esse amor. Saiba sempre que não há melhor que o seu sentimento. Ame os defeitos. Tente melhorá-los. Não deixe que seu transtorno mante por cima de si. Existem momentos certos. Mas mais que isso, existe a decisão. Quero ou não quero? Eu quero. E pela primeira vez na vida hajo com orgulho e não tenho vergonha disso. Pela primeira vez na vida finalmente sinto o bocejo para fora, e a vontade para fugir.
Por isso da próxima vez que o vir, se crê na sua relação, se acredita que é o amor da sua vida, da próxima vez que o vir, não deixe passar em branco. Se ele não estiver no mais alto, façam por isso. Só vão conseguir mostrar o melhor juntos. Deixe o sofrimento. Tenha a certeza que é vontade mútua. Corra para bem longe! e durma lá a noite toda com os seus corpos abraçados. Não haja medo de viver.
E não sabe se viverá isso durante muito tempo.
Desde que seja, toda a vida.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Objectivo.

'Vou andar, sozinha pela rua, vou andar, e vou chamar-me tua, vou andar nua sem vestir o medo de te Amar' Que mais queres? 'Não é a repetição das palavras que torna as coisas mais crediveis' Deixa o tempo passar. Deixa a nostalgia actuar :'

domingo, 16 de maio de 2010

Amantes distantes.

A lua espreita por entre os cortinados de uma janela de um quarto que recebe a noite com solidão.
E numa cama de lençois de seda um corpo arde de desejo.
Há ansia de um toque e procura do sabor de um beijo.
Uma mão percorre sozinha por todos os mais pequenos recantos do próprio corpo.
Há respiração ofegante que deseja um outro corpo que a distância detem o toque de ambos carentes de sentir. Seus lábios murmuram o nome de um amante distante.
O fresco do lençol roça o seu peito, enquanto sua mão procura dar-lhe um prazer Solitário e audaz.
Na mente só um desejo,o de aquele momento partilhado no momento de mais prazer.
Há alguém longe que partilha o mesmo numa mistura de palavras quentes e desejosas de carícias verdadeiras amando-se assim os amantes distantes,
à luz que espreita por entre os cortinados.
Amantes distantes perdidos e sós. Que nunca caiam as pontes entre eles.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Rascunho teu.

Não consigo entretanto, deixar de sofrer.
Porque me dói assim imenso, ao mais simples silêncio. Mesmo sendo o melhor, Dói.
E não consigo não deixar a lágrima que quer soltar-se sair, mesmo tendo tão forte a esperança de tão feliz que sou, ao ser teu amigo, ao dares brilho tão crescente para mim. De tão humilde quadro.
Quadro de tão louca privacidade. Que só a ti pertence. A Mim e a Ti. Mais uma vez.
De tão pura Privacidade.
Que Não é de mais ninguem ele. Ora já dito, deixa lá que os outros, não de ti, sejam públicos. Mas Não aqui. Este não se compra. Nem com o dinheiro todo que tenha. Um alguém que queira comprar, aquilo que não vende.
Tenho medo do desastre. Tenho confiança no ser feliz.
Tenho Amor já destinante.
Sei como quero viver.
Lá no alto.
Só sei pois que, se alguem 'Acreditar que no Amor, não se sente dor, é mentira.
Mas arranho-me só de dizer isso. Desculpa-me se chorei mais um pouco. Mas foi só para mim.
Pois levar-te para onde nós dois pedimos.
Nem que seja de passos não notados por nós.
Só sei que quero lá chegar. Contigo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Sonhando

Dá-me esse silêncio tão acolhedor.
De um sonho tão profundo.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Em silêncio.

O Silêncio do abraço tão eterno. Que calmamente nos colhe.
De um silencioso abraço, que nos pertençe,
ao subir da noite,
num brilhar tão proprio.

domingo, 2 de maio de 2010

Teu ósculo.

Deixando as enfezas de parte, abraçando apenas aquela imagem e sentido que,
de tão grande força,
se encheu naquele minuto de acarícia.
Com um toque lindo teu.
Num belo tocar de ósculo, num canto tão precioso.